É hora de ter paciência, de ser
feliz, de viver cada dia devagar, saboreando os momentos em que somos
felizes... É hora de dar gargalhadas, carinhos e olhares amorosos...
Não
pensar num futuro, afinal, ele virá de qualquer forma, e nos mostrará o caminho
a seguir. E se no meio do caminho, quando encontrarmos uma encruzilhada e
escolhermos caminhar cada um numa direção, assim será, mas teremos vivido o
nosso amor da melhor maneira. Devemos conhecer os sabores, as texturas, as
cores e os sons em toda a amplitude do outro... Nada de viver a ferro e fogo, tudo
ou nada, oito ou oitenta...
Onde
isso nos levará?
Podemos
ser casados, noivos, namorados, “amigados”, mas somos seres individuais,
internos e temos sentimentos que talvez jamais consigamos expressar, mesmo que
quiséssemos, tentássemos, porque também depende do outro, e de como ele espera
que sejamos e sempre somos idealizados, assim como acabamos por idealizar
também.
O
que existe dentro de cada um é tão particular... É tão raro encontrar alguém
que apenas queremos amar, ou que apenas nos ame, sem buscar o ideal construído,
sem querer que algo seja mudado ou desconstruído.
Deixe
o tempo dar as suas cartas, mesmo que você não esteja jogando e que não estejam
jogando com você... O tempo tem a sabedoria que precisamos... Ele nos empresta
o olho do qual necessitamos para ver as coisas da maneira certa e clara.
Vamos
amar... Amar... Ser feliz... Flutuar... Viver...
Amo
você, assim... Como se te conhecesse a vida inteira e em outras, nada precisa
ser desconstruído. Só falta o olho do tempo...
O olho do tempo já lhes cerca!
ResponderExcluirEspero que sim!
ResponderExcluirTeu texto me lembra esta música:
ResponderExcluirhttp://letras.mus.br/cazuza/sorte-e-azar/